M. Hermann vivia numa cidade onde 15.754 pessoas tinham nome igual ao seu. M. Hermann não sabia se gostava que 15.754 pessoas tivessem nome igual ao seu. Isto embora desconhecesse se existia um número que não lhe importasse. Ensaiou até um cálculo com base numa fórmula para achar o número ideal de nomes repetidos de cidadãos para o perceber. O resultado foi, porém, inconclusivo.
Durante muito tempo pensou nisso. Afinal, o nome é uma coisa séria pelas características que possui e pela função que desempenha: dar nome.
A certa altura deixou de o fazer e isso deixou de o perturbar. Como se quando não se vê importância nas coisas elas deixassem de interessar.
Olá,
Que posso eu dizer se os meus olhos não falam!
Transmitem emoções, a essa beleza inconfundível
que as palavras me transmitem
Aqui estou eu para te dar o meu apoio e solidariedade
Soberbo… continua…
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