M.Hermann tinha um vizinho que era vizinho de outro vizinho de um escritor que afixara na sua porta um letreiro que dizia «Aceitam-se finais para histórias». Duas portas ao lado (ou talvez três) desse vizinho um outro, também escritor, afixara também um anúncio (invejando a possibilidade de sucesso da iniciativa) que dizia «Aceitam-se inícios para histórias». Podia pensar-se que se tivessem unido numa sociedade. Uma vez que juntando o melhor de dois mundos se pudesse pressupor o nascimento de um outro, só que perfeito. Isso nunca sucedeu pois sempre lhes faltou um terceiro associado para esse empreendimento. E logo uma parte fundamental. Alguém que entrasse com o desenvolvimento.
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